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Esclarecemos os principais mitos e verdades sobre o câncer de mama

Confira o quanto você sabe sobre esse assunto de importância para todas as mulheres

​Em maio deste ano, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão do Ministério da Saúde, reiterou uma previsão de 66.280 casos novos de câncer de mama para cada ano do triênio 2020-2022. Por isso, esse assunto é de discussão obrigatória! Hoje vamos tirar as principais dúvidas e questões sobre o tema, mas, antes disso, queremos te perguntar: você já realizou ou agendou a sua mamografia anual?  

Esse exame pode confirmar as plenas condições de saúde do seu tecido mamário ou, ainda, constatar pequenas alterações nesta parte do corpo. Nesse caso, o médico deverá encaminhar os resultados anormais para investigação diagnóstica, visando realizar uma detecção precoce do quadro de câncer de mama e possibilitar mais chances de sucesso no tratamento em questão. Já imaginou que esse cuidado tão simples pode ser um divisor de águas na sua vida? Vamos juntos caminhar na direção da saúde e da longevidade! Confira abaixo os principais mitos e verdades sobre o câncer de mama: 

O câncer de mama só acomete mulher acima dos 50 anos? MITO. 

Essa é uma grande inverdade, uma vez que todas as mulheres estão sujeitas a essa condição, principalmente aquelas expostas aos fatores risco – por isso é recomendado realizar exames de rastreamento a partir dos 25 anos de idade. No entanto, é importante pontuar: com o passar dos anos o corpo apresenta determinadas alterações que podem influenciar mais no desenvolvimento e aparecimento do câncer de mama. Por esta razão há um aumento do número de casos em pacientes acima dos 50 anos. O hábito de fumar e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas também são alguns desses fatores. 

A maioria dos nódulos mamários são benignos e não cancerígenos? VERDADE. 

De fato, são inúmeras as possibilidades de uma pessoa desenvolver alterações mamárias que não sejam malignas, não apresentem crescimento anormal e não se espalhem para outros locais. As fibroses, os cistos simples, as adenoses, os papilomas, os fibroadenomas são alguns exemplos destes casos. Eles não são fatais e a maioria não demanda cirurgia para a sua retirada, mas estudos indicam que alguns tipos de caroços benignos da mama podem aumentar o risco de uma mulher ter câncer. Por isso, se você apresenta qualquer protuberância ou alteração mamária é imprescindível buscar avaliação de um profissional de saúde para determinar se é benigna ou maligna e se pode afetar seu risco futuro de desenvolver câncer. 

O câncer de mama sempre aparece como um caroço? MITO. 

Um nódulo é apenas uma das formas do câncer de mama de manifestar no corpo humano. Em primeiro lugar é importante entender que nem todas as pacientes irão apresentar sinais ou sintomas característicos, sendo a maioria dos casos totalmente assintomáticos em seus estágios iniciais – daí a importância de realizar a mamografia pelo menos uma vez no ano. Assim, o diagnóstico pode ocorrer nos estágios iniciais, o que aumenta consideravelmente as chances de cura. Quando a doença entra em estágio mais avançado, podem ocorrer as metástases (quando o tumor se espalha para outros órgãos, podendo acometer os ossos, fígado, pulmões ou cérebro). Além disso, muitas vezes uma indicação do câncer de mama é a presença de microcalcificação, isto é, pequenos cristais de cálcio relativamente comuns que se depositam em várias partes do corpo, inclusive na mama. Mas eles podem apresentar certas características que indicam chances de evolução para um câncer. Vale ressaltar que o exame de mamografia pode identificar uma microcalcificação quando ela tem a partir de 1 milímetro.  

Existe cura para o câncer de mama? VERDADE. 

Sim! O câncer de mama em estágio inicial pode ser curado na maioria dos casos. Os médicos costumam dividir essa condição em 4 estágios. Se o paciente em questão tiver um diagnóstico precoce e, nesse momento, o tumor estiver no estágio 1, isto é, com menos de 1 centímetro, as chances de cura chegam a 95%. Grandes avanços no tratamento dessa condição foram alcançados nos últimos anos. Por isso, hoje as perspectivas são muito mais promissoras do que costumavam ser antigamente. Os tratamentos podem incluir quimioterapia, radioterapia e cirurgia. 

Existe prevenção para o câncer de mama? MITO. 

O Ministério da Saúde afirma: “A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis”. De fato, a ciência ainda não comprovou nenhuma forma de impedir o desenvolvimento do câncer de mama no corpo humano. No entanto, existe uma série de comportamentos relacionados que podem ajudar a evitar a ocorrência do quadro. Citaremos os principais no item abaixo. 

Um estilo de vida saudável pode ajudar a evitar diversos cânceres, inclusive o de mama? VERDADE. 

Você sabia que por meio de fatores como a alimentação, a nutrição e a atividade física é possível reduzir em até 28% as chances de desenvolvimento do câncer de mama? Embora alguns fatores de risco não possam ser evitados, como o histórico familiar e o envelhecimento, você pode se manter devidamente saudável e longe de inúmeras comorbidades que geram um impacto negativo no corpo, seguindo alguns passos básicos: mantenha um peso corporal adequado; priorize a cada dia alimentar-se de forma nutritiva, equilibrada e variada; realizar exercícios físicos regularmente; evite a ingestão exagerada de álcool; não fume; se for possível, amamente seus filhos; se estiver na menopausa, converse com o seu médico sobre outras maneiras de reduzir o risco. 

Somente mulheres podem ser afetadas pelo câncer de mama? MITO. 

Todos os seres humanos nascem com uma pequena quantidade de tecido mamário. Por isso, considerando que o câncer de mama ocorre quando algumas células da mama se dividem mais rapidamente do que as células saudáveis. Tanto os homens quanto as mulheres apresentam essa estrutura, portanto, é um fato que o público masculino também pode desenvolver essa condição. Mas vale lembrar que, segundo as estimativas, apenas 1% dos pacientes com câncer de mama são homens, geralmente acima dos 60 anos. ​

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